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COCO ANÃO

O coco anão

- Cocos Nucifera L. - Variedade que apresenta desenvolvimento lento.

Inicia sua produção com média de entre dois a três anos após o plantio, produz cerca de 14 cachos por anoe tem vida útil de 30 á 40 anos.

O seu consumo é usado in natura a água de coco é rica em minerais,potássio, cálcio, magnésio, mandanês, zinco e ferro

Conheça a Sibipiruna

A sibipiruna - Caesalpinia pluviosa - também conhecida como sebipira, é uma árvore de grande porte, nativa do Brasil, atinge 28 metros de altura, normalmente entre 6 a18m, com até 6 metros de diâmetro da copa arredondada e muito vistosa.

Facilmente confundida com o pau-brasil ou pau-ferro pela semelhança da sua folhagem. Muito usada para arborização, especialmente da cidade de São Paulo.

A cidade de Maringá, no Paraná, possui arborização com 80% em sibipiruna [carece de fontes].

A floração ocorre entre a partir de agosto podendo estender-se até o final do verão, produzindo inflorescências em ramos cônicos eretos com flores amarelas.

A frutificação dá origem a vagens, lenhosas e longas, quando maduras, as vagens rompem-se por torção explosiva arremessando de 1 a 5 sementes.

Podem viver mais de cem anos.

Pau Brasil - Caesalpinia echinata

Em janeiro a planta do mês é a árvore simbolo do Brasil, conheça esta bela árvora e suas curiosidades.

A origem do nome

"Brasil" deriva do francês brésil, que deriva do toscano verzino, que era o nome da madeira utilizada na tinturaria na Itália. Verzino, por sua vez, deriva do árabe wars, que designa uma planta tintória do Iêmen. Caesalpinia é uma homenagem ao médico e botânico de Arezzo, na Itália, Andrea Cesalpino, por parte do frade e botânico francês Charles Plumier. Echinata significa, traduzido do latim, "com espinhos". É uma referência ao fato de as vagens do pau-brasil terem espinhos, fato único dentro de seu gênero, o Caesalpinia. "Arabutã", "ibirapitanga", "ibirapiranga", "ibirapitá" e "orabutã" são derivados dos termos tupis ïbi'rá, "pau" e pi'tãga, "vermelho"

Características

Alcança até quinze metros de altura e possui tronco reto, com casca cor cinza-escuro.
As folhas são compostas bipinadas, de cor verde médio, brilhantes.
As flores nascem em racemos eretos próximo ao ápice dos ramos. Possuem quatro pétalas amarelas e uma menor vermelha, muito aromática.
Os frutos são vagens cobertas por longos e afiados espinhos, que devem protegê-los de pássaros indesejáveis, pois estes comeriam os frutos. Contém de uma a cinco sementes, de cor marrom.

Ocorrência

Na Mata Atlântica, a partir do Rio de Janeiro até o extremo nordeste.

Usos e História

Afirmam alguns historiadores que o corte do pau-brasil para a obtenção de sua madeira e sua resina (extraída para uso como tintura em manufaturas de tecidos de alto luxo) foi a primeira atividade econômica dos colonos portugueses na recém-descoberta Terra de Santa Cruz, no século XVI e que a abundância desta árvore no meio a imensidão das florestas inexploráveis teria conferido à colônia o nome de Brasil.

Na realidade, no século XV uma árvore asiática semelhante, com o mesmo nome Brazil, já era usada para os mesmos fins e tinha alto valor na Europa, porém era escassa. Os navegadores portugueses que aqui aportaram imediatamente observaram a abundância da árvore pelo litoral e ao longo dos rios de planície. Em poucos anos, tornou-se alvo de muito lucrativo comércio e contrabando, inclusive com corsários franceses atacando navios portugueses.

A resina vermelha era utilizada pela indústria têxtil europeia como uma alternativa aos corantes de origem terrosa e conferia aos tecidos uma cor de qualidade superior. Isto, aliado ao aproveitamento da madeira vermelha na marcenaria, criou uma demanda enorme no mercado, o que forçou uma rápida e devastadora "caça" ao pau-brasil nas matas brasileiras. Em pouco menos de um século, já não havia mais árvores suficientes para suprir a demanda, e a atividade econômica foi deixada de lado, embora espécimes continuassem a ser abatidos ocasionalmente para a utilização da madeira (até os dias de hoje, usada na confecção de arcos para violino e móveis finos).

A madeira do pau-brasil pode ser, talvez, a mais valiosa do mundo atualmente; é considerada incorruptível, por não apodrecer e não ser atacada por insetos. Seu uso, dadas à escassez e a proteção, restringe-se ao fabrico de arcos de violinos, canetas e joias.

Conheça mais sobre a árvore apelidada de Patriarca da Floresta

Recebem o nome de jequitibá árvores de troncos de grandes dimensões, tanto em comprimento como em perímetro, da família das lecitidáceas.

As duas espécies mais conhecidas de jequitibá são:

  • Cariniana legalis, o jequitibá-rosa
  • Cariniana estrellensis, o jequitibá-branco ou somente jequitibá

As designações populares desses tipos de árvores não são, no entanto, muito conclusivas. Efetivamente, muitas espécies são designadas, em regiões diferentes, por nomes iguais. A correlação apresentada no Dicionário Aurélio, por exemplo, é contraditória com a utilizada por muitos especialistas, como o botânico brasileiro Harri Lorenzi.

Etimologia

A palavra "jequitibá" é originária do termo tupi para a árvore, yekïti'bá[

Características

São árvores nativas da mata atlântica brasileira, existentes apenas na Região Sudeste do Brasil e em alguns estados vizinhos. Suas folhas apresentam tom avermelhado na primavera e suas flores são claras ou vermelhas.

Figuram na relação das maiores árvores do Brasil, tal como os jatobás, sapucaias e angelins. Na floresta, árvore adulta desta espécie é emergente, isto é, pode ser vista bem acima das demais. Registros atuais anotam jequitibás com sessenta metros de altura. Para se ter ideia do que significam sessenta metros, basta lembrar que esta é a altura de um prédio de vinte andares.

No Parque Estadual do Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro, no estado de São Paulo, no Brasil, encontram-se alguns dos maiores exemplares de jequitibá conhecidos. O jequitibá-rosa de 3 000 anos, chamado por alguns de "Patriarca da Floresta", mede 49 metros de altura e tem uma circunferência de dezesseis metros, ou seja, são necessárias dez pessoas de mãos dadas para dar a volta em seu tronco.

Lofantera - A Exuberante Árvore da Amazonia

A lofantera é uma árvore exuberante com seus cachos de flores pendentes. Nativa da floresta amazônica e pode atingir de 20 metros de altura.

Apresenta copa de forma piramidal com flores amarelas em longos cachos pendurados e a florada é Março a Agosto.

Muito utilizada no paisagismo, devido a sua espetacular florada. Apresenta crescimento moderado e é adequada para plantio isolado ou em grupos, ideal para parques e jardins e na recuperação de áreas degradadas, principalmente próximas a rios e lagos.

Sua madeira é de dureza média, alaranjada e compacta e é utilizada localmente na construção civil, marcenaria e carpintaria.

As lofanteras devem ser cultivadas em sol pleno, solo fértil, úmido e enriquecido com matéria orgânica. Planta tipicamente tropical, não se desenvolve bem em climas frios.

Localização

 

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